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    ALIAH DE JOVENS ALEM�ES

    Dezenas de adolescentes judeus da Alemanha já fizeram Aliah nos últimos meses e planejam servir no exército assim que terminarem o ensino médio. "Este é um fenômeno crescente" disse Hillel Hillman que é o diretor da aldeia de jovens Kadoorie na Baixa Galiléia. Durante os últimos feriados de Pessach, informou Hillman, ele foi convidado para ir à Alemanha para se encontrar com os pais de crianças judias que pretendiam vir para Israel. "Famílias viajaram centenas de quilômetros para se encontrarem comigo e obterem mais informações sobre o sistema educacional em Israel. Eles falaram sobre o desapontamento sobre o sistema de ensino alemão. Todas as famílias falaram sobre os valores sionistas que transmitiram aos seus filhos" ele afirmou. Alguns dos adolescentes são filhos de alemães que nasceram na Alemanha, outros de famílias israelenses e que agora lá moram e outros são filhos de imigrantes judeus da antiga União Soviética.



    Katya Gordon de 17 anos, nascida em Colônia e que já estuda em Kadoorie afirmou: "No começo foi difícil estar longe da minha família e de meus amigos, mas encontrei um lar para mim aqui". Irina Sharapova de 17 anos soube da possibilidade de estudar em Israel pela sua mãe, que trabalha na sinagoga da comunidade local. "Comecei perguntando sobre o projeto, falei para minha mãe que queria fazer a Aliah, e então eu fiz". Ela pretende servir na unidade de Guarda de Fronteiras logo que conseguir o seu diploma.


    JÓIAS DO HOLOCAUSTO NO YAD VASHEM

    Um sobrevivente de Auschwitz, com 95 anos de idade, doou na segunda-feira jóias que ele pegou de roupas de judeus que foram mortos a gás naquele campo nazista de morte ao Museu do Holocausto Yad Vashem em Israel. Meyer Hack que nasceu na Polônia e que agora vive em Boston, descobriu as jóias quando separava as roupas das vítimas que eram mandadas para morrerem nas câmaras de gás, o que era o seu trabalho no mesmo campo em que a sua mãe, o seu irmão e suas duas irmãs foram mortos.



    Ele escondeu oito anéis, relógios e broches de diamantes e ouro no seu alojamento. Hack disse que levou as jóias dentro de uma meia na marcha durante o inverno e ficou conhecida como a "marcha da morte”, do Campo de Dachau na Polônia, perto de Munique na Alemanha, em janeiro de 1945. Em seguida ele fugiu de Dachau e se escondeu até o término da Segunda Guerra Mundial. Enquanto ele entregava as jóias para o museu, Hack ele relembrou as suas experiências em Auschwitz, onde sobreviveu durante mais de dois anos enquanto que centenas de milhares de outras pessoas morreram. "Anne Frank escreveu um diário famoso, mas o meu diário está profundo no meu coração e não há nada no mundo que possa apagar o meu diário" disse Hack. Hack estava entre centenas de judeus poloneses que foram deportados a partir da sua cidade natal Ciechanow e começou a chorar quando falou sobre como ele teve de ordenar e agrupar as roupas das vítimas que haviam sido forçadas a se despirem antes de serem mortas pelo gás. Ele disse que entrou pelas portas das câmaras de gás e visto os corpos empilhados e as caras ensangüentadas das vítimas aparentemente feridas por unhadas de uns aos outros no desespero para sair. Ele viu os corpos de uma mulher e do bebê que ela estava amamentando. Yehudit Shenhav, que é funcionária do Yad Vashem, informou que o museu tinha reunido 22.000 artefatos de sobreviventes como Hack e que muitos deles foram entregues quando já idosos como uma maneira de registrarem o seu sofrimento. "Conservá-los para eles era como dizerem para si mesmos, eu me lembro", disse ela sobre como Hack tinha mantido estes objetos durante tanto tempo. "Agora ele quer que nós mantê-los para a posteridade". Soldados alemães executavam os prisioneiros quando pegos com quaisquer dos itens contrabandeados e Hack viu três de seus amigos serem enforcados por atos semelhantes.


    MEMBRO DA AL-QAEDA DE ORIGEM JUDAICA

    Um membro americano Al-Qaeda pela primeira vez reconheceu a sua ascendência judaica numa mensagem oficial por vídeo liberado no fim desta semana pela rede terrorista internacional. Adam Yahiye Gadahn, que também utiliza o nome de Azzam, e é americano, declarou sobre as suas raízes num vídeo divulgado no sábado, e utilizou a oportunidade para exortar os muçulmanos para utilizarem "as nossas armas, nossos fundos e fazer a Jihad contra os judeus e os seus aliados em qualquer parte do mundo".



    "Deixe-me dizer-lhes algo sobre mim e a minha biografia, na qual existe um benefício e uma lição" declarou Gadahn no vídeo, falando em árabe com legendas em inglês. "quem vos fala tem judeus na sua ascendência, o último dos quais era o seu avô." Gadahn, de 30 anos, foi criado na área rural Califórnia e convertido ao Islã em meados da década de 1990, quando mudou para o Paquistão e se juntou à Al-Qaeda. Em 2006 os Estados Unidos o acusaram de traição por fornecer apoio material à Al-Qaeda. O FBI o colocou na sua lista dos mais procurados e está oferecendo uma recompensa US$ 1 milhão pela sua captura. No vídeo, Gadahn descreve o seu avô como um "sionista" e "apoiador zeloso da entidade usurpadora, e um membro proeminente de várias organizações sionistas para o ódio? Ele costumava repetir para mim o que ele achava que eram as virtudes destas entidades e me incentivou para visitar Israel e mais especificamente a cidade de Tel Aviv, onde moram nossos parentes". O avô de Gadahn era o muito conhecido urologista Carl Pearlman, um membro ativo da comunidade judaica em Orange County na Califórnia.

    Gadahn disse que, apesar das tentativas do seu avô de difundir a ideologia, ele nunca poderia adotar "o estupro pelos judeus dos muçulmanos na Palestina". Como pode uma pessoa com um grama de auto-respeito ficar ao lado de criminosos e assassinos que não têm moral, sem piedade, sem humanidade e, na verdade, nenhuma honra?"disse Gadahn sobre o sionismo. "Não é vergonha o suficiente por uma pessoa exercer a sua cidadania na América, que é o símbolo da opressão e da tirania e que promove o terror no mundo?". Embora as raízes judaicas Gadahn já tivessem sido relatadas antes na mídia, a analista sobre terrorismo Laura Mansfield da CNN falou que esta foi a primeira confirmação oficial. De acordo com Mansfield, o vídeo foi gravado provavelmente na primavera, antes do discurso de Barack Obama para o mundo muçulmano, no Cairo.


    Sol para todos

    Quinze empresas, se reuniram para produzir energia solar no deserto do Norte da África. Meta: gerar 15% da demanda total da Europa até 2050. Em dez anos, espetaculares usinas solares no Saara poderão estar produzindo energia para a Europa, assim como para o Oriente Médio e a África do Norte (os chamados "países do MENA"). Com este fim, 15 empresas africanas e européias, entre as quais várias alemãs, anunciaram para o próximo dia 13 de julho a fundação de um consórcio industrial.Há anos, os cientistas vêm enfatizando sua esperança na produção de energia solar nos desertos. Este será o primeiro grande projeto internacional na África. Há várias locações em cogitação para as usinas no Norte da África. O critério mais importante é que se trate de países politicamente estáveis. No Deserto do Mojave, Califórnia, e na Espanha já existem as primeiras instalações. (Foto de Divulgação)



    Um amigo Chabad perdido no voo

    Um empresario judeu foi dito estar no aviao perdido entre Rio - Franca. Shlomo Ajiddjar pai de 3, esta entre os 228 passageiros a bordo, segundo um Lubavitcher na franca.

    Shlomo Anidjar residente em Boulogne- Billancourt, Franca, estava voltando para casa depois de passar 3 dias no Brasil em uma viagem de negocios.

    Anidjar de 40 anos, tem uma mulher e 3 filhos, o mais velho com apenas 12 anos. Eles frequentam colegios Judaicos na Franca, ele frequentava o Lubavitch na Franca, e havia mandado seus filhos para o acampamento Gan Israel.

    Ele era diretor de financas e administracao da Keyrus, uma empresa francesa de software.

    ''Rezemos para boas noticias''!

    A adm. do Obana autorixou embaixadas dos US pelo mundo a convidar oficiais Iranianos para a festa de independencia do USA no dia 4 de julho. 06.02.09, 17:33

    Washington - Obama inesperadamente se juntou a Ehud barak e o chefe de seguranca dos US na terca (hoje).

    Tayshir Hayb, acusado de assasinao de um dito pacifita britanico em 2003 em Gaza, vai continuar preso embora já tenha cumprdo 2/3 de sua pena.

    O Ministro Dan Meridor enfrentou uma critica pesada no Knesset terca (hoje) por sua recusa em tomar cargo de chefe das negociacoes do caso do Guilad Shalit.

    Hoje: 4 homens foram detidos em NY com suspeita de quererem colocar bombas em sinagogas.

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